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Aplicativo – Miocardiopatias

R$ 400.00

MIOCARDIOPATIAS

Importante informações para a base de um estudo ecocardiográfico, onde alguns conceitos já estabelecidos são revistos e demonstrados como são falhos e muitos são, na realidade, nada mais que preconceitos sem nenhuma base científica ou lógica. Nenhum ecocardiografista profissional consciente pode desconhecer. Mude drasticamente o seu modo de conceber a ecocardiografia.

Clique em qualquer tema abaixo para saber detalhes e ver o filme da AULA correspondente.

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MIOCARDIOPATIAS DILATADAS

Miocardiopatias Dilatas: Princípios.
Aspectos iniciais. Neste grupo veremos os conceitos da diferentes miocardiopatias.

Miocardiopatias Dilatas
Eco Modo M, 2D, Doppler e Transesofágico nas miocardiopatias dilatadas.

Miocardiopatias Dilatadas: Chagas e Não-Compactação.
Veremos Chagas e Não-Compactação do VE.

MIOCARDIOPATIAS HIPERTRÓFICAS

Hipertrófica ao Modo M, HSA
Dentre as miocardiopatias, a hipertrófica foi aquela que a ecocardiografia mais ajudou a entender a sua fisiopatologia como também a sua anatomia patológica. Por que a hipertrofia septal assimétrica (HSA) detectada ao ecocardiograma aparentava ser simétrica na anatomia patológica?

Hipertrófica ao eco 2D
Incrível a variação do local de maior hipertrofia nas paredes do VE. Os fenótipos desta miocardiopatia são extremamente variáveis.

Movimento Sistólico Anterior da Mitral (MSA)
MSA, causa ou efeito do gradiente subaórtico? O MSA indica haver gradiente subaórtico. Produzido pelo folheto anterior da mitral ou pelas cordoalhas tendinosas? Importância da análise ao eco Modo M. Encosta ou não no septo? Fechamento mesos sistólico com reabertura tele da valva aórtica.

Doppler e Gradientes
Gradientes ao Doppler espectral e colorido. Aspecto esquisito com duplo pico! Obstrução subaórtica e midventricular. Cuidado com o Doppler pulsátil apical, pode ter fluxos difíceis de explicar inicialmente.

Transesofágico
Geralmente não é necessário. Não acrescenta informação quando o eco transtorácico é característico.

Miocardiopatia Hipertrófica do Idoso
A miocardiopatia hipertrofica do idoso fica com gradiente quando o anel mitral se calcifica e desloca a valva em direção ao septo interventricular.

Yamagushi
A miocardiopatia hipertrofica do tipo apical, Yamagushi, não apresenta gradiente e pode ser difícil de diagnosticar sem o uso de contraste cavitário de microbolhas.

Estudo Familiar
Em caso de dúvidas, um estudo dos familiares diretos e indiretos pode auxiliar.

MIOCARDIOPATIAS RESTRITIVAS

Miocardiopatia Restritiva: Amiloidose
Amiloidose. Geralmente fácil de diagnosticar tanto ao eco Modo M quanto, principalmente ao 2D.

Miocardiopatia Restritiva: Endomiocardiofibrose
Endomiocardiofibrose. Não é difícil diagnosticar e diferenciar de trombos ou tumores nas cavidades ventriculares.

DISPLASIA ARRITMOGÊNICA DO VD

Displasia Arritmogênica do VD
Displasia arritmogênica do VD. Situação que tem sido bastante encontrada ultimamente devido a maior conscientização dos ecocardiografistas para este diagnóstico.

ERROS E PROBLEMAS

Erro no Diagnóstico Diferencial entre Miocardiopatia Hipertrófica e Cardiopatia Hipertensiva ou Coração de Atleta
Diagnóstico diferencial entre miocardiopatia hipertrófica e cardiopatia hipertensiva ou coração de atleta quando houver hipertrofia septal assimétrica.

Erro na Avaliação do Movimento Anterior Sistólico da Mitral -MAS-
É muito importante em diferenciar miocardiopatia hipertrófica sem obstrução subaórtica daquela também sem obstrução em repouso mas que ele seja provocável.
A ausência do MAS e a sua presença sem encostar no septo faz este diagnóstico. O Doppler mostra nas duas condições o mesmo aspecto: ausência de gradiente. O eco uni faz a diferença. Cuidado também com o MSA atípico de cordoalhas alongadas.

Erro na Avaliação da Espessura das Paredes
Tanto o septo interventricular quanto a parede posterior são difíceis de medir. Há grande possibilidade de erro nestas avaliações e com isto o falso diagnóstico de hipertrofia septal assimétrica.

EXERCÍCIOS

Tórax difícil, possibilidades de erro, hipertrofia que aparece no meio do exame
Quando o tórax é difícil, aumenta a possibilidade de erro. Olhe como esta hipertrofia somente foi reconhecida nos cortes apicais e subcostais transverso. Depois de identificada nota-se que as primeiras imagens no corte longitudinal já evidenciam uma parede posterior hipertrofiada, mas, naquele instante a atenção estava na hipocinesia do 1/3 apical do septo IV e o aumento de espessura da parede posterior não foi então percebido.

Não erre este diagnóstico
Importante patologia, não pode passar despercebida.

COMO FAÇO MIOCARDIOPATIAS

Nem tudo é o que parece. Miocardiopatia hipertrófica
Diagnóstico diferencial entre miocardiopatia hipertrófica ou septo interventricular com aspecto sigmoide revelou algo totalmente diferente e inédito.
Outra banda larga
Uma semana depois mais um caso de uma banda e não um falso tendão na via de saída do VE.

Hipertrofia Septal Assimétrica em Cardiopatia Hipertensiva. Como diferenciar?
Problema frequente e difícil de resolver. Veja também que uma hipertrofia septal assimétrica pode também simular uma hipertrofia concêntrica caso aceite a primeira impressão.

Miocardiopatia Hipertrófica ou Cardiopatia Hipertensiva com HSA?
Outro paciente. Miocardiopatia hipertrófica ou cardiopatia hipertensiva. Mas há uma importante diferença neste caso.

MSA folheto ou cordoalhas?
Por que acredito que o MSA pode ser produzido pelas cordoalhas e não o folheto mitral em alguns casos

Parecia miocardiopatia hipertrófica
A mesma coisa de sempre. É muito difícil medir perfeitamente o septo interventricular! Casos geralmente vistos durante o curso. Como ensino aos alunos a diagnosticar no dia-a-dia. Medidas e técnicas que não acrescentam nada não serão aqui expostas, a não ser para demonstrar que geralmente não ajudam.

Miocardiopatia? Tem que haver Coerência nos Dados
Nem sempre todos os dados apontam para a mesma direção. Temos de ser coerentes com os mais importantes e menos sujeitos a erros, principalmente com as medidas. Devemos descartar aqueles menos fieis e aceitar aqueles que explicam melhor os que são óbvios, e que não podem passar sem uma justificativa (aumento cavitário, por exemplo).

Miocardiopatia Dilatada ou Cardiopatia Hipertensiva?
Miocardiopatia dilatada ou cardiopatia hipertensiva? Disfunção diastólica tipo III ou IV ou na realidade onda E aumentada por regurgitação mitral?

Gradiente Intraventricular
Paciente com gradiente midventricular. Veja como é difícil medir septo e parede posterior fazendo com que certos pacientes sejam considerados como miocardiopatia hipertrófica sem hipertrofia septal assimétrica. Será que isto existe? Distinção entre gradiente midventricular e regurgitação mitral ao Doppler contínuo.

Displasia Arritmogênica do VD
Displasia arritmogênica do VD. Estes achados aqui são clássicos, portanto devemos escrever: “O aspecto é bastante sugestivo de displasia arritmogênica do VD. Necessária correlação clínica”. É um diagnóstico muito drástico. É sempre bom que o clínico não sinta total firmeza em nosso diagnóstico e vá em frente com uma RMC, por exemplo.

Displasia Arritmogênica do VD? Sei não!
Nem sempre o eco define, algumas vezes é bem difícil afirmar algo com certeza. Nesta condição o melhor é usar a seguinte frase: “o aspecto é sugestivo, mas não diagnóstico, de …” No caso aqui de displasia arritmogênica do VD. É um diagnóstico de terrível consequência para o paciente, portanto, sugerindo, mas não afirmando, pelo menos faz com que o clínico continue com a investigação.

Outra Displasia Arritmogênica do VD
Outra displasia arritmogênica do VD. Também bastante sugestiva. Raramente afirmar categoricamente este diagnóstico. É uma região difícil de avaliar.

Não-Compactação do VE??? Utilização do Doppler em Modo M Colorido Para Identificar as Ondas do Fluxo Mitral
Como diferenciar grandes trabeculações do VE de uma não compactação. Em certas ocasiões é difícil identificar no fluxo mitral se há uma grande onda E ou uma grande onda A ou se ambas são grandes. O Doppler em modo M colorido é a solução mais fácil.

Miocardiopatia Dilatada vs Cardiopatia Hipertensiva; Aneurisma Septo Interatrial vs Aumento Pressão AE
Diferença entre disfunção do VE generalizada por miocardiopatia dilatada e por cardiopatia hipertensiva. Como reconhecer um septo interatrial deslocado por aumento da pressão no AE do encontrado no aneurisma do septo interatrial.

Hipertrofia Septal Assimétrica em Miocardiopatia Hipertrófica ou em Cardiopatia Hipertensiva?
Miocardiopatia hipertrófica ou hipertrofia septal assimétrica em paciente com cardiopatia hipertensiva. Pode ser muito fácil fazer o diagnóstico diferencial ou extremamente difícil.

Miocardiopatia Hipertrófica ou Hipertensiva com MSA Atípico?
Hipertrofia Septal Assimétrica na mitral precisa ser diferenciado entre a forma atípica, visto nas cordoalhas alongadas e a forma típica da miocardiopatia hipertrófica com gradiente subaórtico.

Cardiopatia Hipertensiva vs Miocardiopatia Dilatada
Como distinguir uma cardiopatia hipertensiva já com importante disfunção e dilatação do VE de uma miocardiopatia dilatada em um paciente hipertenso.

Miocardiopatia Dilatada vs Hipertensiva
Miocardiopatia dilatada ou cardiopatia hipertensiva com VE disfuncionante e dilatado?

Miocardiopatia Dilatada com Fração de Ejeção Normal
Fração de ejeção normal não significa função sistólica normal do VE.

Miocardiopatia Hipertrófica Concêntrica ou Cardiopatia Hipertensiva com HVE?
Miocardiopatia hipertrófica ou hipertrofia septal assimétrica em paciente com cardiopatia hipertensiva. Pode ser muito fácil fazer o diagnóstico diferencial ou extremamente difícil.

GUIDELINES

Guidelines
Importantes guidelines sobre o assunto.

 

LIVRO “ECOCARDIOGRAFIA UNI-BIDIMENSIONAL  TRANSESOFÁGICA E DOPPLER”.

Fernando Morcerf. Segunda Edição. 1996. Editora Revinter

LIVRE PARA DOWNLOAD

Capítulo 13 – Miocardiopatias I
Miocardiopatia Dilatada
Capítulo 13 – Miocardiopatias I
Capítulo 13 – Miocardiopatias II
Miocardiopatia Hpertrófica
Capítulo 13 – Miocardiopatias II
Capítulo 13 – Miocardiopatias III
Miocardiopatia Restritiva
Capítulo 13 – Miocardiopatias III

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Detalhes do Curso

  • Leituras 40
  • Quizzes 0
  • Duração 5 h 13 min
  • Nível de Habilidade Todos os níveis
  • Linguagem Português
  • Alunos 32
  • Critérios de avaliação Sim

Presidente do Primeiro Congresso de Ecocardiografia do Departamento de Imagem Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia.
Segundo Presidente do Departamento de Imagem Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia., hoje DIC.
Professor de Ecocardiografia em cursos de inicialização e de especialização em ECOCARDIOGRAFIA da ECOR desde 1976 com mais de 200 turmas.

Formado na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Março de 1965 a Dezembro de 1970).
Pós-Graduação em Evanston Hospital da Northwestern University. Chicago, Illinois, USA, no período de Julho de 1971 a Junho de 1972.
Residente em Medicina Interna na Cleveland Clinic Foundation, Cleveland, Ohio, USA, no período a Julho de 1972 a Junho de 1973.
Fellowship em Cardiologia na Cleveland Clinic Foundation, Cleveland, Ohio, USA, no período de Julho de 1973 a Junho de 1975.
Ex-professor Curso de Pós Graduação em Cardiologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
Ex-professor do Instituto de Pós Graduação Médica do Rio de Janeiro
Diretor do Serviço de Ecocardiografia da ECOR Ecocardiografia.
Professor do Curso de Ecocardiografia da Escola Brasileira de Ecocardiografia com mais de 2.500 ex-alunos em cursos presenciais.
Professor exclusivo dos Cursos Online da ECOR.