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Aplicativo – Função Diastólica do VE

R$ 400.00

FUNÇÃO DIASTÓLICA DO VE

Importante informações para a base de um estudo ecocardiográfico, onde conceitos já estabelecidos são revistos e demonstrados como são falhos e muitos são, na realidade, nada mais que preconceitos sem nenhuma base científica. Nenhum ecocardiografista profissional consciente pode desconhecer. Mude drasticamente o seu modo de conceber a ecocardiografia.

Clique em qualquer tema abaixo para saber detalhes e ver o filme do curso correspondente em AULAS.

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FUNÇÃO DIASTÓLICA DO VE: CONHECIMENTO INICIAL INDISPENSÁVEL

Fisiopatologia da Diástole
Princípios básicos para o entendimento da função Diastólica do VE. Relaxamento. Distensibilidade. Contração atrial. Enchimento do VE no 1/3 da diástole. A fase de enchimento rápido.

Usando o Eco Modo M
Avaliação da Velocidade EF da Mitral e do deslocamento Diastólico da Raiz Aórtica. Métodos extremamente específicos indicadores do relaxamento do VE. Sempre utilizo em todos os pacientes.

Usando Doppler - TRIV
Um dos principais métodos na avaliação da distensibilidade do VE é o Doppler. Veja aqui como se faz para avaliar o TRIV (Tempo de Relaxamento Isovolumétrico) e depois as causas de erros.

Usando Doppler - Fluxo Mitral
Um dos principais métodos na avaliação da distensibilidade do VE é o Doppler. Veja aqui como se realiza com a análise do fluxo mitral. Veja como a variação de pressão no AE altera totalmente o aspecto do fluxo mitral.

Usando Doppler - Fluxo Mitral para definir TIPOS de ALTERAÇÂO DIASTÓLICA
Usando as alterações que ocorrem com o Doppler do fluxo mitral na dependência do aumento da pressão atrial esquerda, devido à presença de distensibilidade alterado do VE, dividimos as disfunções diastólicas em TIPOS I a IV. Uso da manobra de Valsalva. Tipo IV foi retirado do Guidelines, gostamos de mostrar sua necessidade pois comparado com Tipo III há um prognóstico pior.

Doppler Colorido Modo M - Velocidade de Propagação do Fluxo Mitral
Outra forma de avaliar o relaxamento do VE e distinguir o fluxo mitral pseudo normal do normal. Consegue mesmo? Só serve para atrapalhar!

Doppler Tissular
A avaliação da função diastólica pelo Doppler tissular também é muito utilizada. Tem seus problemas. Há métodos melhores para avaliar o relaxamento do VE como verão aqui neste aplicativo.

Doppler -Fluxo Venoso Pulmonar
O fluxo venoso pulmonar é descrito como importante para o diagnóstico diferencial entre normal e pseudo normal quando encontrado ao Doppler do fluxo mitral. O problema é demonstrá-lo! Muito ruído ao Doppler pela distância à veia pulmonar.

Movimento do anel mitral ao eco 2D
Em apenas oito minutos aprenda a avaliar o Relaxamento do VE pelo movimento do Anel Mitral ao Eco Bidimensional. Muito mais sensível e específico do que o Doppler Mitral. Ótimo para diferençar fluxo mitral normal de pseudo normal.

Movimento do anel mitral avaliado pelo eco Modo M
Veja esta aula apenas após estudar o movimento do anel pelo eco bidimensional. A melhor resolução temporal do Modo M facilita a observação.

ERROS E PROBLEMAS

Variações do Fluxo Mitral
Veja como, e por que, as velocidades do fluxo mitral variam tanto. Como confiar em valores de onda E?

Veja a Razão do Fluxo Mitral Variar Tanto em Condições Normais
O fluxo mitral normal pode ter onda E maior que A em um lado da cavidade e E menor que A em outro lado.

Diástole, Sempre a Diástole...
Que fazer quando o AE está dilatado e o Doppler não mostra regurgitação mitral, havendo apenas um fluxo mitral de relaxamento diminuído?

Fluxo de Veia Pulmonar. A Realidade...
Nem tudo que reluz é ouro! Pode ser bom para transesofágico, mas veja os problemas para transtorácico.

Movimento do Anel Mitral (Morrinho) Importância da Varredura ao Modo M
Importância da varredura para a identificação do movimento do anel na avaliação do relaxamento do VE ao eco Modo M.

Diástole. Como o Doppler Tissular e a velocidade de propagação erram!
É incrível o número de dado errado que o Doppler tissular e a velocidade de propagação erram na avaliação da função diastólica do VE. Será que as pessoas não notam isto?

Complicado esta Avaliação da Função Diastólica deste VE. Temos de ser Coerentes
É tão frequente avaliar a diástole do VE e encontrar dados conflitantes. O que fazer nestes casos?

Função Sistólica e Diastólica em Pacientes com HVE.
Seria insuficiência cardíaca com fração de ejeção normal?

EXERCÍCIOS

Exercício movimento do anel mitral visto ao eco bidimensional
Diversos exemplos de movimento do anel. Tente avaliar e veja se acertou em seguida. Errando algum, volte novamente.

Exercício analisando o anel mitral ao eco Modo M
Não deixem de compreender bem este uso do eco Modo M. É o mais fiel para analisar o relaxamento do VE. Reparem que não é a mesma coisa que o Doppler tecidual.

COMO FAÇO FUNÇÃO DIASTÓLICA DO VE

Diástole do VE. Não é fácil!
Em um paciente com cardiopatia hipertensiva e HVE, avaliação da função diastólica. Redução da velocidade EF da mitral; ponto B na mitral, movimento do anel mitral ao eco bi e uni; movimento da aorta na diástole ao eco uni. Problemas com a análise do Doppler mitral e tissular. Por que a diferença da velocidade E’ do tissular entre a parede lateral e o septo. Doppler tissular da aorta.

Análise da Função Diastólica do VE. Problemas com o Doppler.
Análise da diminuição da distensibilidade do VE. Novamente a falha do Doppler mitral e tissular, mas o AE está aumentado. Como resolver?

Modo M com Doppler Colorido. Pode ajudar avaliar a Função Diastólica.
Avaliar o modo M com color Doppler na função diastólica para reconhecer fluxos incomuns e a relação entre onda E e A.

Há Fluxo Mitral Pseudonormal mas não se Esqueça do Falso Normal!
Distinção entre pseudonormal do fluxo mitral e o falso normal do fluxo mitral.

Miocardiopatia Importante com Disfunção Diastólica problemática.
Avaliação da função diastólica em um paciente com miocardiopatia dilatada e BRE. Variação do fluxo mesmo antes do Valsalva. É tão frequente avaliar a diástole do VE e encontrar dados conflitantes. Doppler mitral já com modificações mesmo antes de Valsalva. O que fazer nestes casos?

Diástole com Dados Conflitantes!
Problemas quando o com o Doppler tissular e o modo M em cores da mitral que negam uma redução do relaxamento do VE. Como então explicar o morrinho, o AE dilatado e o Valsalva positivo? Problema frequente.

Utilização do Doppler em Modo M Colorido Para Identificar as Ondas do Fluxo Mitral
Em certas ocasiões é difícil identificar no fluxo mitral se há uma grande onda E ou uma grande onda A ou se ambas são grandes. O Doppler em modo M colorido é a solução mais fácil.

Avaliação da função diastólica do VE. O método simples de análise - Parte I
Muito se complica nos Guidelines para a avaliação da função diastólica do VE. Este estudo pode ser muito mais simples e acurado. Inicialmente avaliando o relaxamento do VE com o eco modo-M.

Função diastólica PARTE IIa
Dando sequência à como eu faço na análise da função diastólica do VE.

Função diastólica PARTE IIb
Dando sequência à como eu faço na análise da função diastólica do VE.

Função diastólica PARTE I da Distensibilidade.
Agora a avaliação da distensibilidade após já sabido qual é o relaxamento do VE.

Função diastólica PARTE II da Distensibilidade.
Agora a avaliação da distensibilidade após já sabido qual é o relaxamento do VE.

Função diastólica PARTE III Distensibilidade.
Agora a avaliação da distensibilidade após já sabido qual é o relaxamento do VE.

Guidelines de função diastólica. Um absurdo!
Muitos motivos para rejeitar o último Guidelines da função diastólica.

GUIDELINES

Guidelines
Importantes guidelines sobre o assunto.

 

LIVRO “ECOCARDIOGRAFIA UNI-BIDIMENSIONAL  TRANSESOFÁGICA E DOPPLER”.

Fernando Morcerf. Segunda Edição. 1996. Editora Revinter

LIVRE PARA DOWNLOAD

Parte Capítulo 6 –Avaliação do Tamanho e Função do VE - Diástole

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Detalhes do Curso

  • Leituras 35
  • Quizzes 0
  • Duração 6 h 17 min
  • Nível de Habilidade Todos os níveis
  • Linguagem Português
  • Alunos 30
  • Critérios de avaliação Sim

Presidente do Primeiro Congresso de Ecocardiografia do Departamento de Imagem Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia.
Segundo Presidente do Departamento de Imagem Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia., hoje DIC.
Professor de Ecocardiografia em cursos de inicialização e de especialização em ECOCARDIOGRAFIA da ECOR desde 1976 com mais de 200 turmas.

Formado na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Março de 1965 a Dezembro de 1970).
Pós-Graduação em Evanston Hospital da Northwestern University. Chicago, Illinois, USA, no período de Julho de 1971 a Junho de 1972.
Residente em Medicina Interna na Cleveland Clinic Foundation, Cleveland, Ohio, USA, no período a Julho de 1972 a Junho de 1973.
Fellowship em Cardiologia na Cleveland Clinic Foundation, Cleveland, Ohio, USA, no período de Julho de 1973 a Junho de 1975.
Ex-professor Curso de Pós Graduação em Cardiologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
Ex-professor do Instituto de Pós Graduação Médica do Rio de Janeiro
Diretor do Serviço de Ecocardiografia da ECOR Ecocardiografia.
Professor do Curso de Ecocardiografia da Escola Brasileira de Ecocardiografia com mais de 2.500 ex-alunos em cursos presenciais.
Professor exclusivo dos Cursos Online da ECOR.